quarta-feira, 25 de março de 2009

Hora do planeta

Prezados,

A Eco Run & Life sempre preocupada com a sustentabilidade do planeta, aderiu a Hora do Planeta.

No dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, mantenha as luzes apagadas.

A WWF, seguindo a iniciativa que a cidade de Sydney tomou em 2007, sugere o desligamento das luzes por uma hora como alerta simbólico às mudanças climáticas. No ano passado, 50 milhões de pessoas em 35 países apagaram suas luzes, neste ano estima-se 1 bilhão de pessoas aderindo a esta atitude.

Conheça mais clicando no link abaixo:

http://www.earthhour.org/home/br:pt-BR

segunda-feira, 23 de março de 2009

Tecnologia nova para placas solares

Energia concentrada

Estas placas coloridas prometem aumentar a eficiência dos painéis solares e, assim, popularizar essa forma de energia


Limpa e renovável, a energia solar esbarra num problema: custa três vezes mais do que a gerada por fontes convencionais. Os custos de instalação, operação e manutenção pesam nessa conta, mas a grande vilã é a baixa eficiência dos painéis fotovoltaicos, incapazes de converter em eletricidade toda a energia que recebem do Sol. No entanto, recentemente, cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) descobriram como turbinar o sistema com peças pigmentadas semitransparentes chamadas concentradores solares orgânicos (OSC).

“Elas coletam a energia em grandes áreas e a levam de forma concentrada às células solares, das quais obtém-se, então, até dez vezes mais eletricidade”, explica o pesquisador Marc Baldo, do MIT. Por meio de uma mistura de pigmentos, o concentrador solar captura e armazena a luz, até que ela seja totalmente absorvida pelas células solares das placas já existentes. A novidade ainda dispensa motores e mecanismos de refrigeração, comuns em prédios que usam o sistema.

DE ONDE VEIO
O OSC é inspirado em um experimento feito nos anos 70, o concentrador solar luminescente (LSC). Utilizando novos conhecimentos sobre o comportamento da luz e novos pigmentos, os cientistas conseguiram grande aumento na eficiência.

PARA ONDE VAI
Os pesquisadores acreditam que, no futuro, os prédios gerarão grande parte de sua energia. As janelas convencionais serão substituídas por concentradores que alimentarão painéis solares ocultos em suas bordas.

Por Rodolfo S. Filho
Revista Arquitetura & Construção - 11/2008


sexta-feira, 20 de março de 2009

São Paulo deverá ter 22 km de ciclovias aos domingos


Parque do Ibirapuera será um dos contemplados pela medida


Parque do Ibirapuera será um dos contemplados caso a medida seja aprovada/Foto: HelenaN

A cidade de São Paulo deverá contar, em breve, com 22 quilômetros de ciclovias aos domingos. A proposta já havia sido feita pelo Movimento Nossa São Paulo (MNSP) em setembro de 2007, durante a campanha do Dia Mundial Sem Carro, mas somente agora tem sido incorporada pela Secretaria de Esportes, Recreação e Lazer, e pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Diminuir o número de carros nas ruas, facilitar a locomoção dos paulistanos e amenizar a poluição do ar são os principais objetivos da implementação de ciclovias. O projeto, de autoria de Walter Feldman, secretário dos Esportes, Recreação e Lazer – prevê a interligação de oito parques e áreas verdes na cidade. De quê modo? Algumas vias normalmente destinadas a ônibus e automóveis seriam fechadas aos domingos para uso exclusivo dos ciclistas, das 7h às 13h.

O projeto preliminar de Feldman prevê 220 pessoas para atuação como supervisores a cada 500m da ciclovia, além de motociclistas para realizar as rondas e servidores públicos em pontos de travessia para auxiliar os usuários. As áreas ligadas pela ciclovia são o parque Vila Lobos, Cidade Universitária, bosque do Morumbi, Jockey Club, Ibirapuera, Instituto Biológico e parques do Povo e da Aclimação.

Ciclistas paulistanos convivem com a falta de espaço entre os veículos


Ciclistas paulistanos convivem com a falta de espaço entre os demais veículos/Foto: Transporte Ativo

Estima-se um investimento de R$ 170 mil destinados ao projeto. Outros R$ 20 mil mensais são projetados para a manutenção. “Como o projeto pode ter grande impacto na cidade, ele pode ter patrocínio privado”, explicou Feldman. Caso o prefeito Gilberto Kassab (DEM) aprove a iniciativa, na próxima semana, o maior município brasileiro seguirá os exemplos de Bogotá, na Colômbia e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

As secretarias do Verde e Meio Ambiente, e de Transportes irão lançar, na próxima semana, uma nova cartilha para instruir motoristas a lidar com ciclistas no trânsito de São Paulo. O folheto traz recomendações aos motoristas e um resumo da legislação pertinente aos direitos dos ciclistas nas vias da cidade.

Ciclovias

Dados da Secretaria do Verde e Meio Ambiente dão conta de que existem, atualmente, 16 km de ciclovias em ruas da cidade. Outros 14 km deverão ser concçuídos até o final deste ano – o que inclui incluindo o término da ciclovia da Radial Leste. Depois da revisão do Plano Diretor 2009, a prefeitura identificou mais 70 km que podem receber ciclovias no município, dos quais 30 km já possuem projetos em andamento. O principal deles é o de 15 km no Butantã, com conclusão prevista para 2010.

Fonte: ecodesenvolvimento.org.br


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Casa feita de papel reciclado



Uma nova alternativa de moradia pode ser a solução para desabrigados e sem tetos de todo o mundo. É uma casa feita de papel (isso mesmo, papel!) reciclado. Ela é ideal para situações de emergência por ser resistente, barata, simples de montar e, acreditem, a prova d'água.

Desenvolvida por uma empresa suíça, a casa é feita com uma mistura de resina e celulose, que vem de papel reciclado de jornais e papelão. Ela é pré-fabricada e custa Us$5 mil, pode ter dois quartos, cozinha e varanda. Uma ala com banheiro também pode ser vendida separadamente.

A casa foi desenvolvida por arquitetos da Universidade de Bauhaus e utiliza a mesma tecnologia de outras construções, como as de aviões, onde o peso e a resistência são fatores fundamentais.

Responsabilidade social

Segundo os responsáveis, a casa foi criada pensando em solucionar o problema de pessoas desabrigadas. Imigrantes, refugiados e desabrigados por causa de enchentes, por exemplo, poderão utilizar as casas no lugar das moradias improvisadas, que são muito inseguras e inapropriadas.

Para ajudar ainda mais essas pessoas, a empresa pretende construir algumas partes da casa da Alemanha e mandar os materiais para terminarem de ser construídos no local onde elas serão utilizadas. Isso irá gerar novos empregos e reduzir os custos e a poluição do transporte.

Fonte: www.ecodesenvolvimento.org.br